Para o plano financeiro condominial

A profissão “síndico” exige uma série de reflexões diárias e promove na vida de quem assume essa responsabilidade uma demanda de caráter educacional, mudança de hábito e um amadurecimento no tocante a administração financeira.  

O comportamento no uso consciente do dinheiro é um desafio constante. A grande questão habita no simples fato que o síndico tem que cuidar, administrar e prestar contas das próprias finanças, e ainda, lidar com o dinheiro de todos os seus vizinhos. Ou seja, não é uma tarefa das mais fáceis! 

Por isso, uma boa assessoria jurídica, como também, ter um bom escritório de cobrança, não esquecendo de investir na transparência na gestão são elementos indispensáveis para que o síndico possa trabalhar com tranquilidade, e com isso, evita qualquer tipo de suspeita quanto ao uso correto do dinheiro comum.  

A preocupação em valorizar o patrimônio coletivo, assim como, a produção de um bom plano financeiro, aliado a um plano tributário e o uso racional da empregabilidade do dinheiro na rotina, evitam assim, o mau uso do dinheiro comum é um casamento que precisa ser celebrado com eficácia e eficiência para uma boa gestão sindical. 

Um elemento que não pode sair do coração do síndico é que a transparência é um recurso que promove a tranquilidade para todos os condôminos, e com isso, o trabalho do síndico pode fluir de uma forma mais suave porque conquista a confiança e a credibilidade de todos. Por isso, a insistência na reflexão de um bom planejamento financeiro é um fator indispensável. Esse instrumento ajuda a evitar surpresas durante a gestão sindical, isso aliando uma boa assessoria jurídica, como também, a terceirização da cobrança na pauta dos inadimplentes, ajuda a fluir a gestão de uma forma bem azeitada. 

Para um bom planejamento financeiro, um síndico não pode esquecer elementos importantes como as despesas regulares levando em conta os dados dos anos anteriores; como também, despesas como recargas de extintores, limpeza de caixa d´água, dedetizações periódicas, os treinamentos exigidos pelo governo, entre outros pontos que somam as despesas correntes.  

E como estamos passando por um momento crítico no tocante as finanças familiares, é importante que o síndico trabalhe com uma certa previsão de inadimplência. Essa previsão precisa ser avaliada e construída com base no comportamento financeiro do condomínio de anos anteriores.  

As despesas com os colaboradores, férias, 13º salários precisam ter um plano de arrecadação aprovado em assembleia, sem esquecer de apresentar para os condôminos a importância da criação ou da manutenção de um fundo de reserva. 


Uma pauta importante para o síndico é a preocupação com algum tipo de benfeitoria no condomínio, para esse trabalho recomenda-se antes de qualquer tipo de ação a listagem de todos os itens necessários para que a execução seja feita com rigor e cumprir bem um plano de prioridades para a obra.  


Lembrando também que se sobrar algum valor é interessante a contratação de investimentos bancários para a aplicação do dinheiro. Um bom gestor financeiro se preocupa sempre com a multiplicação possível das receitas. 

Bom trabalho! 

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